S�bado, 05 de Abril de 2025

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Dr. Nevton Valdir Bringmann
 

DISPLASIA MAM�RIA

Defini��o:
          O termo displasia mam�ria encerra uma grande variedade de condi��es cl�nicas e histopatol�gicas, cujas principais manifesta��es s�o a mastalgia e graus variados de espessamento do par�nquima mam�rio. A classifica��o das doen�as benignas da mama, onde se inclui a displasia mam�ria, tem sido objeto de numerosos estudos. Apresenta ampla sinon�mia, como mastopatia fibroc�stica, mastopatia cr�nica c�stica, altera��es fibroc�sticas, mastopatia funcional.

Causas:
          Causa para as pacientes grande desconforto e ansiedade, que varia desde altera��es leves at� aquelas que interferem de maneira significativa em sua qualidade de vida. Para o m�dico leva a problemas como o diagn�stico de exclus�o de doen�a maligna e tratamento adequado, sendo o �ltimo o de maior controv�rsia entre os especialistas. Sua import�ncia baseia-se na sua alta incid�ncia, sendo o diagn�stico mais comum em pacientes ambulatoriais. Questionando seu conceito como doen�a, Mansel et al. prop�em que muitas das altera��es classificadas como displasia mam�ria ou mastopatia fibroc�stica n�o deveriam ser encaradas como doen�as, mas como altera��es do desenvolvimento e involu��o do tecido mam�rio. No estado atual dos conhecimentos, apesar da vast�ssima literatura existente e das in�meras controv�rsias, pode-se afirmar que a etiologia prim�ria da mastopatia fibroc�stica � ainda desconhecida. Ademais, � muito poss�vel que os quadros cl�nicos e anatomopatol�gicos das chamadas "displasias mam�rias" resultem da pr�pria evolu��o biol�gica da gl�ndula mam�ria. A doen�a fibroc�stica j� foi relacionada com defici�ncia da s�ntese da progesterona, fato jamais confirmado quer do ponto de vista end�crino, quer epidemiol�gico. A incid�ncia de s�ndromes anovulat�rias e de insufici�ncia l�tea na popula��o geral � muito inferior ao n�mero de portadores da sintomatologia mam�ria caracter�stica das displasias. Houve quem atribu�sse, no passado, a quadros de hiperestrogenismo ou estrogenismo n�o antagonizado pela progesterona, mas vale a pena ressaltar que portadoras de s�ndrome de Stein-Leventhal raramente t�m sintomas ou sinais de displasia mam�ria. Sabe-se que os ester�ides sexuais podem ter efeitos antagonistas tanto quanto sin�rgicos na estimula��o e diferencia��o do tecido mam�rio.

Diagn�stico:
          � baseado nos dados de anamnese, proped�utica f�sica e subsidi�ria, quando esta se fizer necess�ria. � importante ressaltar que, na maioria dos casos, inspira-se apenas na sintomatologia caracter�stica e na proped�utica incruenta. Os m�todos invasivos (pun��o, bi�psia, ex�rese de n�dulo ou setor) s�o indicados naqueles casos em que � imperioso o diagn�stico diferencial com o carcinoma. Dor, tumor e fluxo papilar constituem a tr�ade sintom�tica da mastopatia fibroc�stica.

Tratamento:
          Devemos lembrar que ap�s excluir doen�a maligna ou inflamat�ria o tratamento � puramente sintom�tico. Nesse sentido, a terapia mais importante � o esclarecimento para a paciente de que esta n�o � portadora de doen�a maligna ou que predisponha ao carcinoma. A terap�utica � baseada principalmente na orienta��o verbal e psicoterapia de apoio. Em casos selecionados pode-se indicar terapia medicamentosa com uso de progesterona, diur�tico, tamoxifeno, bromoergocriptina e danazol. A cirurgia � praticada em casos excepcionais. Em adi��o � vitamina E, mostrou aliviar os sintomas da displasia mam�ria na maioria das mulheres e causou a regress�o em algumas. O mecanismo � desconhecido. Estudos (London, R. S. et al) indicam que a vitamina E pode corrigir a taxa anormal de progesterona/estradiol em pacientes com displasia mam�ria, com implica��es sobre a redu��o do risco futuro de doen�a maligna da mama.




DICAS:

Aprenda a fazer o auto-exame da mama:

1-)Procure n�dulos durante o banho.

2-)Com seus dedos esticados, pressione suavemente toda a superf�cie da mama procurando alguma sali�ncia, caro�o ou espessamento. � recomend�vel examin�-las na hora do banho, pois as m�os deslizam mais facilmente.

3-)Procure modifica��es no formato das mamas
Fique atenta a qualquer incha�o, depress�o da pele ou altera��es nos mamilos. O teste deve ser feito primeiro com os bra�os ao lado do corpo, e depois com os bra�os para o alto. Lembre-se que as mamas n�o s�o totalmente iguais.

4-)Procure n�dulos deitada
Coloque a m�o direita atr�s da cabe�a. Com a m�o esquerda e os dedos indicador e m�dio esticados, pressione suavemente a mama direita, com movimentos circulares a partir da periferia da mama at� chegar ao mamilo. Em seguida, repita o procedimento com a mama esquerda.

5-)Procure secre��es do mamilo

6-)Aperte suavemente cada mamilo, utilizando-se dos dedos indicador e polegar. O aparecimento de secre��o abundante dever� ser relatado imediatamente ao m�dico.

 

 

 

 

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